segunda-feira, 29 de abril de 2013

IPI, Bens Complementares e Consequências Econômicas

Está aí um belo exemplo de bens complementares, escassez e custos de oportunidade...

Estado de SP: IPI reduzido acelera recuo nos carros usados

IPI reduzido sobre os carros novos parece uma coisa sensacional (como diria um grande amigo meu...rsrs) para o consumidor.

Mas como estamos falando de economia, tudo é relativo.

Por um lado, a renúncia fiscal pode impactar negativamente nas contas públicas, por meio da provável redução de receita, aumento de déficit público, e consequente diminuição de gastos "teoricamente" necessários. (Tais efeitos não são tão claros, até por que temos aspectos políticos e orçamentários envolvidos).

Por outro lado, o próprio consumidor, beneficiado pelo IPI menor, terá um prejuízo econômico posterior, ao vender um carro usado mais barato depois.

Qual será o próximo passo do governo?

Provavelmente uma redução tributária nos carros usados, incentivo ao financiamento de tais veículos, etc...

Viva a política econômica do "jeitinho".




Compra mais barata - Café da Manhã

Pesquisa do Laboratório de CSA.

Compra mais barata - Café da Manhã

Sorocabano pode economizar até R$ 12,32 no café da manhã

sexta-feira, 26 de abril de 2013

5 meses de Blog

5 meses do Blog do Núcleo de Estudos Econômicos (Necon) e já temos mais de 2.200 visualizações...

Sensacional!!

Valeu por todas as contribuições galera... Continuem acessando...

Valeu Roberto, André, Alessandro, Felipe, Imira, Patrick, Fábio, e todos que de alguma forma vêm colaborando com a iniciativa.






Desafio da Semana!

Vamos para mais um Desafio da Semana!!!

 Questão retirada da prova: Concurso Público - Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (Analista - Economia), 2013.



Deixe sua resposta nos comentários abaixo, ou se preferir, envie-nos por e-mail:
nucleodeestudoseconomicos@gmail.com

   Bons estudos e até o próximo Desafio da Semana!!!

                                        Alternativa correta do Desafio da Semana passada é A


Planilha para controle das finanças pessoais

  Na hora do aperto, o primeiro pensamento que muitas pessoas têm é de arranjar meios para aumentar a renda. De fato, esta é uma importante atitude aos endividados que desejam dar conta de todas as obrigações financeiras, mas não é a única a ser tomada.
  Mais importante que aumentar a renda é cortar os gastos. De nada adianta ganhar mais se o padrão de despesas continuar o mesmo, ou até aumentar, já que pode haver aquela sensação de que, com a renda maior, existe espaço para gastos maiores também. Para conseguir se controlar e ter noção de como andam as finanças pessoais, a dica principal é documentar tudo e dispor as informações numa planilha de gastos, onde a família possa ir acompanhando a evolução das estratégias para retomar o fôlego com a economia da casa.
  O Economista dispõe dessa planilha de gastos para download gratuito, que pode se tornar uma importante aliada no controle de gastos e na reestruturação das contas familiares.

  Link: O Economista - Planilha para controles das finaças pessoais  Precisa apenas realizar o cadastro e baixar gratuitamento a planilha. Espero que ajudem vocês a se organizarem melhor!!!


  

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Brasil é 4º país mais desigual da América Latina, aponta ONU.

  A América Latina se mantém como a região do mundo com maior desigualdade de renda, e o Brasil aparece em quarto, apesar das melhorias nesse setor na última década, informou na quarta-feira uma fonte do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
  Segundo dados do PNUD, Honduras, Bolívia, Colômbia, Brasil e Chile são os países mais desiguais por renda. Já as nações de menos desigualdade são Nicarágua, Argentina, Venezuela, Uruguai, Jamaica e Peru. 
  "A América Latina continua sendo a região do mundo que tem, de longe, a mais alta desigualdade", anunciou o coordenador do Relatório Nacional de Desenvolvimento Humano da Colômbia 2013, Hernando Gómez, em uma entrevista coletiva. 
  Essa circunstância se mantém, embora na América Latina, "pela primeira vez em quatro décadas", durante os dois últimos anos a desigualdade na distribuição de renda "tenha diminuído", o que não aconteceu em nenhuma outra parte do mundo, destacou Gómez. 
  Segundo o assessor do PNUD, que apresentou no Panamá o Relatório Mundial de Desenvolvimento, a desigualdade na América Latina se deve ao fato de ser a região com mais milionários do que em outras áreas do mundo. 
  Na região, em seu conjunto, "a desigualdade diminuiu" e isso "deve ser comemorado e valorizado", comentou o representante do PNUD. 
  A queda na desigualdade se deve, principalmente, ao aumento no nível educacional, à melhora no sistema de saúde e a um maior acesso ao emprego, além dos programas públicos de transferência de renda.

  Fonte: EXAME.com