quinta-feira, 17 de outubro de 2013

As 25 cidades que criaram mais empregos em 2013

   Sorocaba criou 9.236 vagas de trablaho em 2013, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Ocupando o 14º lugar no ranking nacional. Veja o ranking das 25 cidades que mais criaram empregos com carteira assinada no link abaixo.

    Link: Aqui
    Fonte: Exame

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Três americanos ganham Nobel de Economia


   Os americanos Eugene Fama, Robert Shiller e Lars Peter Hansen, conquistaram o prêmio Nobel de Economia de 2013 pelos estudos de análise sobre preços de ativos, como ações e títulos.
   Segundo a Real Academia Sueca de Ciências, responsável pela entrega do prêmio, os três foram os responsáveis pelo atual conhecimento sobre as tendências que influenciam esses preços. "Embora seja difícil prever se os preços das ações e de títulos vão subir ou cair no curto prazo, é possível prever movimentos dentro de três anos ou mais. Essas descobertas foram feitas e analisadas pelos três acadêmicos", afirma.
   Fama, 74, e Hansen, 60, são ligados à Universidade de Chicago. Shiller, 67, é professor na Universidade Yale.
  "Juntas, as pesquisas desses três acadêmicos tiveram grande impacto no modo como pensamos a pesquisa acadêmica em finanças", afirmou o professor de finanças da Escola de Economia de Estocolmo, Per Stroemberg, no anúncio dos nomes.
   A premiação de economia para pesquisadores americanos tem sido comum nos últimos anos. A última vez que o reconhecimento não trouxe nenhum nome dos EUA foi em 1999.
   Pela conquista, os três receberão uma recompensa em dinheiro no valor de 8 milhões de coroas suecas (US$ 1,23 milhão).
   "Finanças movem a civilização moderna. Nossas melhores atividades têm de ser financiadas e eu quero ver as finanças evoluírem ainda mais para servir a humanidade", afirmou Shiller em entrevista. Shiller, conhecido por estudos sobre bolhas financeiras, ajudou a criar um dos principais índices de preços utilizados hoje nos EUA, o Case-Shiller, de preço dos imóveis.
   Em visita ao Brasil, em agosto, o pesquisador alertou para a possível existência de uma bolha imobiliária no Rio e em São Paulo.
   O prêmio de economia, oficialmente chamado de Prêmio Sveriges Riksbank de Ciências Econômicas, não é um Nobel como os da paz, de medicina ou literatura, que foram criados pelo industrial sueco Alfred Nobel em 1895. O banco central da Suécia estipulou a premiação em 1968 em memória a Nobel.
   Desde a sua criação, 45 prêmios já foram entregues para 74 pesquisadores.

   Fonte: Folha de S. Paulo

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Selic sobe e Brasil volta a ter o maior juro real do mundo

   O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou nesta quarta-feira, pela quinta vez seguida, a taxa básica de juros da economia, a Selic. A alta de 0,5 ponto porcentual, para 9,5% ao ano, foi adotada em decisão unânime. Com a elevação, o Brasil volta a ter o maior juro real do mundo.

   Reportagem completa: Aqui
   Fonte: Estadão

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Comunicados do Ipea

   Um retrato de duas décadas do mercado de trabalho brasileiro utilizando dados da Pesquisa Nacional por Amostras e Domicílios (Pnad).
   Material sugerido pelo aluno André Corrêa, do curso de ciências econômicas do 6º semestre.

   Link: Aqui

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Semana de Ciências Sociais Aplicadas

   Estão abertas as inscrições para a Semana de Ciências Sociais Aplicadas, que será realizada na próxima semana, de terça a quinta-feira, com a participação dos cursos de Administração, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis e Comércio Exterior.

   Inscreva-se aqui: Link

Taxa de desemprego fica em 5,3% em agosto, diz IBGE

   A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 5,3% no mês de agosto, ante 5,6% em julho e 6% em junho deste ano.
   O resultado, anunciado nesta quinta-feira, 26, ficou do piso das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que iam de 5,40% a 5,80%. O rendimento médio real dos trabalhadores subiu 1,7% em agosto em relação a julho e 1,3% na comparação com agosto de 2012.
   A massa de renda real habitual dos ocupados no País somou R$ 44,2 bilhões em agosto, alta de 2,3% em relação a julho. Na comparação com agosto de 2012, a massa cresceu 2,7%. Já a massa de renda real efetiva dos ocupados totalizou R$ 44 bilhões em julho, com alta de 3% sobre o mês anterior.
   Na comparação com julho de 2012, houve aumento de 2,7% na massa de renda efetiva. O rendimento médio do trabalhador foi de R$ 1.883,00 em agosto, alta de 1,7% em relação a julho.

   Fonte: EXAME

domingo, 22 de setembro de 2013

Balança comercial sorocabana tem queda na exportação e importação

    A balança comercial de Sorocaba fechou o mês de agosto no vermelho, sob um total deficitário de R$146.453.630. De acordo com os dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, tanto as exportações, quanto as importações também não tiveram um bom momento no mês passado, se comparado com o mês de julho.

   Reportagem completa: Aqui
   Fonte: Cruzeiro do Sul

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Decisão do Fed faz dólar despencar para abaixo de R$ 2,20

   A aguardada decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) fez o dólar recuar de forma consistente em todo o mundo. No Brasil, a depreciação foi de 2,97%, e a moeda americana fechou cotada a R$ 2,1920.
   Ao manter em US$ 85 bilhões seu programa mensal de incentivos à economia, o Fed surpreendeu boa parte do mercado e disparou um processo de ajustes de posições. O dólar negociado no balcão nacional já caía ante o real desde o início da manhã, em meio aos leilões promovidos pelo Banco Central brasileiro. Mas o movimento foi aprofundado com o anúncio do Fed.
   A cotação atingida nesta quarta-feira, 18, é menor de fechamento desde 26 de junho de 2013, quando encerrou a R$ 2,1900. O dólar acumula tombo de 8,02% apenas em setembro.
   Na máxima da sessão, às 9h52, atingiu R$ 2,2530 (-0,27%) e, na mínima, perto do fechamento e já após a decisão do Fed, marcou R$ 2,1910 (-3,01%). No mercado futuro, o dólar para outubro tinha baixa de 3,07%, a R$ 2,1935.
   Desde cedo, a expectativa com a decisão do Fed permeava os negócios em todo o mundo. No Brasil, o dólar recuava ante o real de forma consistente, influenciado pelos leilões de swap cambial (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro) feitos pelo Banco Central. Ao vender todos os 63,3 mil contratos de swap oferecidos, em um total de US$ 3,215 bilhões, o BC manteve a oferta de moeda em alta, o que fazia o dólar recuar no Brasil, a despeito de a divisa americana manter certo viés de alta no exterior.

   Fonte: Estadão

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Bancos emprestam 6,3 bilhões este ano aos sorocabanos

   A concessão de crédito aos sorocabanos atingiu a marca de R$ 6,38 bilhões entre janeiro e julho deste ano, segundo dados do Banco Central, obtidos com exclusividade pelo jornal Cruzeiro do Sul. Esse valor é 25,9% maior do que o registrado nesse mesmo período do ano passado, quando as instituições financeiras concederam R$ 5,07 bilhões em crédito. Se compararados os dados de 2013 com os de sete anos atrás é possível perceber que houve aumento de 263%. Em todo o ano de 2006, as operações de crédito ocorridas em Sorocaba contabilizaram R$ 1,75 bilhão.
   O levantamento do Banco Central engloba as operações de crédito concedidas tanto a pessoas físicas quanto a jurídicas, mas não detalha os números de cada tipo de transação. Em 2013, esses mais de R$ 6 bilhões foram concedidos a sorocabanos em 91 agências bancárias existentes na cidade. Em 2012, havia 86 agências no período levantado pelo Banco Central.
   O economista e professor da Universidade de Sorocaba (Uniso), Renato Vaz Garcia, analisa que, realmente, houve uma "alta considerável" nesse tipo de transação bancária, porém ele vê isso como algo bom, no caso das concessões de crédito a empresas. Já no caso das pessoas físicas, o economista ressalta que deve haver um cuidado para que o empréstimo não se torne um fardo a mais para se carregar no bolso.
   Para Garcia, as operações de crédito precisam ser analisadas separadamente, dependendo de quem contrai o empréstimo. No caso das empresas, ele considera que as operações de financiamento garantem certo impulso à produção, na medida em que as empresas tomam empréstimos relativamente baratos de capital de giro e compra de equipamentos (investimentos). "Mesmo tendo recursos para se financiar, muitas vezes as empresas preferem utilizar capital de terceiros por serem mais baratos. A empresa prefere deixar seu recurso próprio aplicado", afirma o economista.
   Quanto às pessoas físicas, o economista alerta que é sempre importante fazer um planejamento do valor emprestado, confrontando as parcelas e o valor disponível no orçamento para o pagamento. "Além disso, é sempre importante analisar a taxa de juros que se paga. Muitos bancos têm linhas de financiamento específicas e mais baratas dependendo da necessidade do cliente. Por exemplo, você não vai comprar um carro com recursos do cheque especial". 
   Diante desse valor, de R$ 6,38 bilhões em operações de crédito na cidade, o economista se preocupa com a inadimplência, em especial no caso da pessoa física. "Principalmente quando não se faz um planejamento adequado, a pessoa toma empréstimo para pagar uma dívida anterior, ou para comprar bens supérfluos, etc.", analisa o economista.

   Fonte: Cruzeiro do Sul

sábado, 14 de setembro de 2013

Inflação do câmbio chegou ao atacado

   Esta semana, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgou o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado). O índice apontou uma alta de 1,02% no último mês e uma grande disparidade perto da prévia de agosto, que estimava um aumento de apenas 0,13%.
   O IGP-M é composto por três índices: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), com peso de 60%; o índice de Preços ao Consumidor (IPC), com participação de 30%, e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), com 10%.
   Este aumento de 1,02% deve-se principalmente à subida de preços no atacado (minério de ferro, combustíveis, produtos químicos, metalurgia básica, alimentos industrializados, milho, soja, trigo, cacau, suínos e aves). Em setembro, o IPA subiu 1,42%, o IPC teve alta de 0,20% e o INCC, de 0,33% (tubos e conexões PVC, esquadrias de alumínio, materiais elétricos, vergalhões).
   Os preços do atacado são os primeiros a sentir os impactos da alta do dólar. Isso pode ser observado pelo IPA agrícola, que teve uma alta de 2,22%, e pelos bens intermediários, que subiram 1,44%. Interessante notar que a inflação não chegou aos bens finais, que apresentaram deflação de 0,16%.
   Estes dados apontam que os produtores já sentiram a alta do dólar, que se refletiu, em parte, nos bens intermediários. No entanto, ela ainda não chegou ao bolso do consumidor final. Essa transferência deve ocorrer no próximo mês, ainda que não de forma integral, já que os atacadistas possuem margem de manobra para conter seus preços.

   Fonte: Folha de S. Paulo/Caro Dinheiro por Samy Dana

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

KAL's cartoon

   Kevin Patrick Kallaugher, ou simplesmente Kal, colaborador da revista "The Economist" desde 1978 e autor de mais de 4.000 cartoons e 140 capas. Para ele um dos seus favoritos é o cartoon que fez em 1989 sobre o mercado de ações. Realmente sensacional!!!


                Obs: Sugestão do Patrick Fernandes, aluno de ciências econômicas, 6º semestre.

As vítimas do dólar alto

   Segue um link a respeito de uma reportagem bastante interessante sobre a alta do dólar.

   Link: As vítimas do dólar alto
   Fonte: ISTOÉ Dinheiro

Economia reage e PIB cresce 1,5% no segundo trimestre

   Depois de crescer 0,6% no primeiro trimestre do ano, a economia brasileira reagiu e cresceu 1,5% no segundo trimestre na comparação com o trimestre anterior. A alta representa o maior crescimento nessa base de comparação desde o primeiro trimestre de 2010, quando foi de 2%. Em termos nominais, o PIB do segundo trimestre somou R$ 1,2 trilhão.

   Reportagem completa: Aqui
   Fonte: Estadão

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

País tem déficit externo recorde para julho


   As contas externas brasileiras registraram um déficit recorde para o mês de julho, informou nesta sexta-feira, 23, o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel. No mês passado, o saldo ficou negativo em US$ 9,018 bilhões. "Em julho, as contas mostraram déficit um pouco maior do que tínhamos previsto", admitiu Maciel. "E, em grande parte, por causa da balança comercial", continuou, lembrando do comportamento negativo da conta petróleo.
   Nos sete primeiros meses do ano, o déficit em conta corrente está em US$ 52,472 bilhões, o que representa 3,95% do Produto Interno Bruto (PIB). Já no acumulado dos últimos 12 meses até julho de 2013, o saldo negativo está em US$ 77,713 bilhões, o equivalente a 3,39% do PIB.
   Em julho, o saldo da balança comercial foi negativo em US$ 1,898 bilhão, enquanto a conta de serviços ficou negativa em US$ 4,088 bilhões. A conta de renda também ficou deficitária no mês passado em US$ 3,303 bilhões. Entenda as três contas do Balanço de Pagamentos.
    O saldo de remessas de lucros e dividendos ficou negativo em US$ 1,215 bilhão em julho. No mesmo mês do ano passado, o resultado foi uma saída líquida de US$ 1,719 bilhão. No acumulado de 2013, o saldo está negativo em US$ 15,317 bilhões até julho ante US$ 11,7 bilhões , também negativos, vistos no mesmo período de 2012.
   O BC informou ainda que as despesas com juros externos somaram US$ 2,125 bilhões no mês passado e US$ 8,050 bilhões no acumulado dos primeiros sete meses do ano. Em 2012, esse gasto totalizou US$ 1,768 bilhão em julho e US$ 6,239 bilhões de janeiro a julho.
   Dívida externa. O Banco Central informou que a estimativa para a dívida externa brasileira em julho de 2013 é de US$ 314,072 bilhões. Em março de 2013, último dado verificado, a dívida estava em US$ 324,773 bilhões. No fim de 2012, estava em US$ 312,898 bilhões. A dívida externa de longo prazo atingiu US$ 280,550 bilhões em julho, enquanto o estoque de curto prazo estava em US$ 33,523 bilhões no fim do mês passado, segundo estimativas do BC.
   De acordo com a instituição, a variação da dívida externa de longo prazo é explicada por captações líquidas dos empréstimos tomados pelo governo (US$ 1 bilhão) e amortizações líquidas de empréstimos e títulos tomados pelos bancos (US$ 1,7 bilhão e US$ 247 milhões, respectivamente). A variação por paridades reduziu o estoque em US$ 69 milhões.


    Fonte: Estadão

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Esqueça IPOs para 2013, dizem analistas

   Após desistências de Azul e Votorantim Cimentos, mercado conclui que janela de oportunidades para IPOs neste ano já passou.

   Reportagem completa: Aqui
   Fonte: Exame

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Governo ‘tem muitas armas’ para enfrentar a alta do dólar, diz Mantega

   O ministro da Fazenda, Guido Mantega, garantiu nesta sexta-feira que o governo "tem muitas armas" para enfrentar a alta do dólar. "Temos reservas muito elevadas, são US$ 372 bilhões, US$ 373 bilhões", destacou. No momento da entrevista, o dólar estava em alta de 1,24% cotado a R$ 2,37.
   O ministro citou os leilões de venda da moeda americana como um dos exemplos das armas que o governo tem para usar. Desde o dia 31 de maio, o BC já colocou US$ 34,5 bilhões no mercado na forma de leilões.
   O ministro disse que o câmbio "tem novo patamar", provocado pela expectativa em relação ao início da redução de compra de ativos de US$ 85 bilhões mensais pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). E também pela queda do saldo positivo da balança comercial, decorrente em parte pela desaceleração da China e mudanças nos preços de commodities.
   "Câmbio volátil é um problema para alguns setores", destacou. "O câmbio atual é bem visto pela indústria", acrescentou. Segundo o ministro, o "novo câmbio torna o setor produtivo brasileiro mais competitivo."
   Ele citou que alguns setores da indústria já estão exportando mais e deu como exemplo o segmento automobilístico, que elevou em 20% suas vendas externas no primeiro semestre.
   "Não sei dizer para onde vai o câmbio", destacou, ao responder pergunta se o atual patamar, ao redor de R$ 2,30, é avaliado por ele como confortável.
   "Esse câmbio não é definitivo. O momento é de volatilidade. Vamos esperar que o câmbio tenha um patamar mais estabilizado", apontou. Já no fim da entrevista, Mantega afirmou que "no curto prazo o cenário é de talvez uma desvalorização do real ante o dólar".

   Fonte: Estadão

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Orientação para monografia!!!

  Segue um link sobre: " Manual - Orientação para monografia - Economia", pode ser que seja útil para alguém.

   Link: Manual
   Fonte: CORECON/SP

Eurozona sai da recessão no segundo trimestre com crescimento de 0,3%

   A economia da zona do euro voltou a crescer depois de 18 meses e saiu da recessão mais longa de sua história.
   O PIB (produto interno bruto) do bloco avançou 0,3% no segundo trimestre do ano, entre abril e junho. O resultado foi um pouco melhor do que o esperado pelo mercado.
   No trimestre anterior, de janeiro a março, a região havia registrado contração de 0,3%. Os números foram divulgados nesta quarta-feira pela Eurostat, a agência oficial de estatísticas da União Europeia.
   O crescimento foi puxado pela expansão da Alemanha (0,7%) e da França (0,5%), as duas maiores economias do continente.
   Houve recuperação até nos países do sul do continente, os mais afetados pela crise. Portugal cresceu 1,1%. Espanha e Itália reduziram o ritmo da queda para 0,1% e 0,2%, respectivamente.
   Os resultados animaram analistas, mas ainda não são suficientes para compensar as perdas de um ano e meio de recessão. Na comparação com o mesmo período de 2012, o PIB da zona do euro caiu 0,7%.
   "Ainda existem obstáculos substanciais a serem superados. Os números foram baixos e os sinais preliminares de crescimento ainda são frágeis", alertou Olli Rehn, vice-presidente da Comissão Europeia.
   "Vários países ainda apresentam índices de desemprego inaceitavelmente altos, e as reformas no bloco ainda estão estão no estágio inicial. Ainda temos um longo caminho a percorrer", acrescentou.

   Fonte: Folha de S. Paulo

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

FGV - Conjuntura Econômica

 "Conjuntura Econômica" é uma publicação da Fundação Getúlio Vargas, FGV, editada desde 1947. A última versão publicada na biblioteca virtual da instituição foi a de março de 2013, segue abaixo o link:

  "Conjuntura Econômica"

Caso preferirem segue o link da página inicial: Biblioteca Virtual

Parece ser bastante interessante!!! Espero que sejam úteis.


Demanda do consumidor por crédito aumenta 8,7% em julho, indica Serasa

   A demanda do consumidor por crédito aumentou 8,7% em julho, na comparação com junho, e cresceu 5,4% ante o mesmo período do ano passado, de acordo com a Serasa Experian.
   No acumulado entre janeiro e julho, a busca dos consumidores por crédito cresceu 6,0% sobre o mesmo período em 2012.
   De acordo com avaliação da Serasa, a queda da inadimplência, com regularização das dívidas em atraso, contribui para elevar a demanda por recursos. Em julho, essa demanda cresceu justamente entre os consumidores de baixa renda, os mais prejudicados pelo aumento da inflação nos primeiros meses do ano.

RENDA

   A procura por crédito entre aqueles que ganham até R$ 500 por mês aumentou 13,3% ante junho. Entre quem ganha de R$ 500 a R$ 100 mensais houve crescimento de 10,9%.
   Em camadas de renda mais altas, houve também aumento, mas menos intenso: de 7,1% na faixa de R$ 1.000 a R$ 2.000 mensais; de 4,4% para aqueles que ganham entre R$ 2.000 e R$ 5.000 por mês.
   Os consumidores de renda mais alta entre R$ 5.000 e R$ 10.000 e acima de R$ 10.000 mensais expandiram as suas demandas por crédito em 1,2% e 1,3%, respectivamente, em julho.
   Também é nas camadas de menor renda mensal que se concentram as maiores taxas de crescimento da demanda por crédito no acumulado do ano: altas de 12,7% para os consumidores que recebem até R$ 500 mensais e de 8,0% para aqueles que ganham entre R$ 500 e R$ 1.000 por mês.
   Para os consumidores com rendimentos mensais entre R$ 1.000 e R$ 2.000, o aumento acumulado de janeiro a julho de 2013 da demanda por crédito foi de 4,1%.
   Por outro lado, as menores taxas de expansão da demanda do consumidor por crédito no acumulado de janeiro a julho de 2013 concentraram-se nas camadas de maiores rendas da população: altas de 1,6% para quem ganha entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mensais; de 0,1% para os consumidores com renda mensal entre R$ 5.000 e R$ 10.000; e de 0,9% para os consumidores com rendimentos superiores a R$ 10.000 mensais.

REGIÕES

   A região Nordeste, com crescimento de 17,1% e a Sul, com alta de 15,1%, foram os principais destaques regionais em termos de demanda dos consumidores por crédito em julho, ante junho.
   Já os consumidores da região Norte exibiram alta de 10,9% em suas demandas por crédito. No Sudeste a alta foi de 4,2% e no Centro-Oeste de apenas 1,9% em julho.
   No acumulado do ano, isto é, de janeiro a julho de 2013, as regiões Norte e Nordeste registraram as maiores taxas de crescimento da demanda dos consumidores por crédito: altas de 16,3% no Norte e de 13,7% respectivamente.
   No Sul, a alta de janeiro a julho totalizou 4,3%. A região Sudeste acumulou crescimento de 3,6% na demanda dos seus consumidores por crédito e no Centro-Oeste a alta de janeiro a julho deste ano foi de 0,3% frente aos primeiros sete meses de 2012.
   As estimativas de demanda por crédito da Serasa Experian são feitas a partir de uma amostra de CPFs consultados mensalmente na base de dados da empresa.

   Fonte: Folha de S. Paulo